Ativo Qualificável – CPC 20

ativo qualificável

Conceito de Ativo Qualificável no CPC 20

Um ativo qualificável é um ativo que necessariamente leva um período de tempo substancial para ficar pronto para seu uso ou venda pretendido.

São exemplos de ativo qualificável

  1. estoques
  2. imobilizado
  3. ativos intangíveis
  4. propriedades de investimento
  5. plantas portadoras.

O que é período de tempo substancial no CPC 20?

O conceito exato de período de tempo substancial não é definido no CPC 20, portanto, as entidades precisam aplicar julgamento e desenvolver sua própria política contábil a esse respeito.

É amplamente aceito que períodos superiores a 12 meses são períodos substanciais de tempo.

O CPC 20 diz que: “Os gastos com um ativo qualificável incluem apenas os gastos que resultaram em pagamentos em dinheiro, transferências de outros ativos ou a assunção de passivos que rendem juros”.

Portanto, estritamente falando, as entidades não podem capitalizar custos de empréstimos com relação a ativos para os quais as entidades apenas incorreram contas a pagar, a menos que haja juros.

A capitalização pode começar assim que o pagamento for feito. Na prática, a diferença de tempo entre a assunção de um passivo e o pagamento relacionado será freqüentemente insignificante.

Por que separar Ativo de Ativo Qualificável?

Enquanto o conceito do ativo é um recurso econômico presente controlado pela entidade como resultado de eventos passados, o ativo qualificável, deve suprir, além do conceito de ativo o conceito de tempo substancial para ficar pronto para seu uso ou venda pretendido.

O que é Tempo Substancial do Ativo Qualificável?

O que é período de tempo substancial no CPC 20?

O conceito exato de período de tempo substancial não é definido no CPC 20, portanto, as entidades precisam aplicar julgamento e desenvolver sua própria política contábil a esse respeito.

É amplamente aceito que períodos superiores a 12 meses são períodos substanciais de tempo.

O CPC 20 diz que: “Os gastos com um ativo qualificável incluem apenas os gastos que resultaram em pagamentos em dinheiro, transferências de outros ativos ou a assunção de passivos que rendem juros”.

Portanto, estritamente falando, as entidades não podem capitalizar custos de empréstimos com relação a ativos para os quais as entidades apenas incorreram contas a pagar, a menos que haja juros.

A capitalização pode começar assim que o pagamento for feito. Na prática, a diferença de tempo entre a assunção de um passivo e o pagamento relacionado será freqüentemente insignificante.

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Felipe Nunes

Felipe Nunes é Contador, Auditor Independente (CNAI QTG), Servidor Público Federal e fundador do CFC Academy a maior especialista e recordista em aprovação em Certificações do Conselho Federal de Contabilidade. 72,22% de nossos alunos são aprovados no Exame de Suficiência do CFC.

Atualmente dedica-se a ser a faculdade que a sua faculdade não foi. Ensina o que você deveria ter aprendido na graduação e como aplicar esses conhecimentos na vida real de forma prática e objetiva.

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