Conceito de Ativo Qualificável no CPC 20
Um ativo qualificável é um ativo que necessariamente leva um período de tempo substancial para ficar pronto para seu uso ou venda pretendido.
São exemplos de ativo qualificável
- estoques
- imobilizado
- ativos intangíveis
- propriedades de investimento
- plantas portadoras.
O que é período de tempo substancial no CPC 20?
O conceito exato de período de tempo substancial não é definido no CPC 20, portanto, as entidades precisam aplicar julgamento e desenvolver sua própria política contábil a esse respeito.
É amplamente aceito que períodos superiores a 12 meses são períodos substanciais de tempo.
O CPC 20 diz que: “Os gastos com um ativo qualificável incluem apenas os gastos que resultaram em pagamentos em dinheiro, transferências de outros ativos ou a assunção de passivos que rendem juros”.
Portanto, estritamente falando, as entidades não podem capitalizar custos de empréstimos com relação a ativos para os quais as entidades apenas incorreram contas a pagar, a menos que haja juros.
A capitalização pode começar assim que o pagamento for feito. Na prática, a diferença de tempo entre a assunção de um passivo e o pagamento relacionado será freqüentemente insignificante.
Por que separar Ativo de Ativo Qualificável?
Enquanto o conceito do ativo é um recurso econômico presente controlado pela entidade como resultado de eventos passados, o ativo qualificável, deve suprir, além do conceito de ativo o conceito de tempo substancial para ficar pronto para seu uso ou venda pretendido.
O que é Tempo Substancial do Ativo Qualificável?
O que é período de tempo substancial no CPC 20?
O conceito exato de período de tempo substancial não é definido no CPC 20, portanto, as entidades precisam aplicar julgamento e desenvolver sua própria política contábil a esse respeito.
É amplamente aceito que períodos superiores a 12 meses são períodos substanciais de tempo.
O CPC 20 diz que: “Os gastos com um ativo qualificável incluem apenas os gastos que resultaram em pagamentos em dinheiro, transferências de outros ativos ou a assunção de passivos que rendem juros”.
Portanto, estritamente falando, as entidades não podem capitalizar custos de empréstimos com relação a ativos para os quais as entidades apenas incorreram contas a pagar, a menos que haja juros.
A capitalização pode começar assim que o pagamento for feito. Na prática, a diferença de tempo entre a assunção de um passivo e o pagamento relacionado será freqüentemente insignificante.